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segunda-feira, 28 de julho de 2014

O Subsetor de Edificações do ramo da Construção Civil no Brasil

Estudo apresenta principais problemas enfrentados na construção e possíveis soluções

Na última década, o setor da Construção Civil vem passando por uma grande transformação, saindo de um longo marasmo, com poucos investimentos, para um período com grandes obras em andamento e fortes investimentos imobiliários.

Nos últimos anos, esta mudança foi intensificada, graças à retomada de investimentos públicos, criação de diversas leis que facilitam a retomada de imóveis em caso de inadimplência, captação de recursos em bolsas e esforços do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade - PBQP H, que disseminou os conceitos de gestão de qualidade.

Isto se refletiu na adoção de novos modelos de organização e inovações tecnológicas em diversas empresas, criando um núcleo de empresas dinâmico e moderno dentro do setor, comparável a empresas europeias e norte-americanas do mesmo segmento. A presença de algumas empresas brasileiras no exterior é a prova mais evidente da capacidade técnica e financeira destes grupos empresariais modernos.

Entretanto, a maioria das empresas enfrenta dificuldades para atender a estas novas demandas e o quadro geral de desempenho, expresso pelas médias estatísticas é bastante aquém do desejável para responder adequadamente aos anseios da sociedade brasileira.

O artigo “O subsetor de edificações da construção civil no Brasil: uma análise comparativa em relação à União Europeia e aos Estados Unidos” tem como objetivo principal comparar o desempenho da construção europeia e da norte-americana, em relação à situação brasileira, de modo a identificar possíveis ações que contribuam para diminuir as diferenças de desempenho.

Descreve-se, de modo resumido, como a Construção Civil brasileira se insere no contexto econômico do país e são discutidos quais os principais problemas enfrentados e os desafios futuros. Ao mesmo tempo, pretende iniciar a discussão acerca das possíveis soluções para estes problemas.


Fonte: Universidade Federal Fluminense

segunda-feira, 21 de julho de 2014

domingo, 7 de novembro de 2010

Conheça um pouco sobre vigas

Uma viga simplesmente apoiada na qual é aplicada uma carga uniformemente distribuída ao longo de seu vão.
Uma viga é um elemento estrutural das edificações. A viga é geralmente usada no sistema laje-viga-pilar para transferir os esforços verticais recebidos da laje para o pilar ou para transmitir uma carga concentrada, caso sirva de apoio a um pilar. Pode ser composta de madeira, ferro ou concreto(português brasileiro) ou betão (português europeu) armado. A viga transfere o peso das lajes e dos demais elementos (paredes, portas, etc.) às colunas.
A parte da engenharia civil que se dedica ao estudo das tensões recebidas pela estrutura e ao seu dimensionamento é a engenharia estrutural.

=> Tipos Básicos

As edificações basicamente apresentam três tipos de vigas, que diferem na forma como são ligados aos seus apoios. Portanto, classificam-se em:
  • Viga em balanço ou em console: é uma viga de edificação com um só apoio. Toda a carga recebida é transmite a um único ponto de fixação.
  • Viga biapoiada ou simplesmente apoiada: diz-se das vigas com dois apoios, que podem ser simples e/ou engastados, gerando-se vigas do tipo simplesmente apoiadas, vigas com apoio simples e engaste, vigas biengastadas.
  • Viga contínua: diz-se da viga com múltiplos apoios.
As viga feitas em concreto armado, são dimensionadas de forma que apenas a sua ferragem longitudinal resista aos esforços de tração, não sendo levado em conta a resistência a tração do concreto, por esta ser muito baixa. As vigas de concreto armado recebem ferragens secundárias distribuídas transversalmente ao logo da sua seção, denominadas estribos. Possuem a finalidade de levar até os apoios as forças cisalhantes.
Ao dimensionar vigas de concreto que são fundidas com a laje, a compressão pode levar em conta parte da laje junto à viga, ajudando a reduzir a quantidade de ferragem para resistir aos esforços compressivos.
Em viadutos e pontes as vigas são comumentemente do tipo biapoiadas. Seus apoios são chamados livres. Assim a estrutura pode oscilar em seus apoios, evitando o aparecimendo de trincas e permitindo a estrutura oscilar com o deslocamento das cargas móveis recebidas, sem afetar a sua estabilidade.

=> Perfis

Vigas são estruturas amplamente utilizadas na engenharia. Elementos obrigatórios no dimensionamento de estruturas simples ou complexas, as vigas possuem diferentes formas de seção, denominadas perfis. Os perfis mais utilizados são o perfil em "I" e o perfil em "T", existindo ainda o perfil em "U" e em "L". Para sabermos o peso que pode ser aplicado em uma determinada viga, devemos fazer o cálculo das Tensões de Cisalhamento (Esforços cortantes). Para sabermos o momento que pode ser aplicado na viga, deveremos calcular o Momento Fletor. No perfil, o elemento vertical chama-se alma e o elemento horizontal (um no perfil em "T", dois no perfil em "I") denomina-se banzo.

Conheça um pouco sobre Vigas

Uma viga é um elemento estrutural das edificações. A viga é geralmente usada no sistema laje-viga-pilar para transferir os esforços verticais recebidos da laje para o pilar ou para transmitir uma carga concentrada, caso sirva de apoio a um pilar. Pode ser composta de madeira, ferro ou concreto(português brasileiro) ou betão (português europeu) armado. A viga transfere o peso das lajes e dos demais elementos (paredes, portas, etc.) às colunas.

A parte da engenharia civil que se dedica ao estudo das tensões recebidas pela estrutura e ao seu dimensionamento é a engenharia estrutural.

=> Tipos Básicos

As edificações basicamente apresentam três tipos de vigas, que diferem na forma como são ligados aos seus apoios. Portanto, classificam-se em:

Viga em balanço ou em console: é uma viga de edificação com um só apoio. Toda a carga recebida é transmite a um único ponto de fixação.

Viga biapoiada ou simplesmente apoiada: diz-se das vigas com dois apoios, que podem ser simples e/ou engastados, gerando-se vigas do tipo simplesmente apoiadas, vigas com apoio simples e engaste, vigas biengastadas.

Viga contínua: diz-se da viga com múltiplos apoios.

As viga feitas em concreto armado, são dimensionadas de forma que apenas a sua ferragem longitudinal resista aos esforços de tração, não sendo levado em conta a resistência a tração do concreto, por esta ser muito baixa. As vigas de concreto armado recebem ferragens secundárias distribuídas transversalmente ao logo da sua seção, denominadas estribos. Possuem a finalidade de levar até os apoios as forças cisalhantes.

Ao dimensionar vigas de concreto que são fundidas com a laje, a compressão pode levar em conta parte da laje junto à viga, ajudando a reduzir a quantidade de ferragem para resistir aos esforços compressivos.

Em viadutos e pontes as vigas são comumentemente do tipo biapoiadas. Seus apoios são chamados livres. Assim a estrutura pode oscilar em seus apoios, evitando o aparecimendo de trincas e permitindo a estrutura oscilar com o deslocamento das cargas móveis recebidas, sem afetar a sua estabilidade.

=> Perfis

Vigas são estruturas amplamente utilizadas na engenharia. Elementos obrigatórios no dimensionamento de estruturas simples ou complexas, as vigas possuem diferentes formas de seção, denominadas perfis. Os perfis mais utilizados são o perfil em "I" e o perfil em "T", existindo ainda o perfil em "U" e em "L". Para sabermos o peso que pode ser aplicado em uma determinada viga, devemos fazer o cálculo das Tensões de Cisalhamento (Esforços cortantes). Para sabermos o momento que pode ser aplicado na viga, deveremos calcular o Momento Fletor. No perfil, o elemento vertical chama-se alma e o elemento horizontal (um no perfil em "T", dois no perfil em "I") denomina-se banzo.

Técnico de Edificações. O que é?

Entre Edificações e Engenharia civil é a mesma coisa, mas o técnico, como qualquer outro técnico, fica limitado em suas obrigações, como por exemplo: nos cálculos de estruturas, assinar até 80 metros quadrados, etc. O Engenheiro é óbvio que tem maior poder, teve mais cadeiras de cálculos, etc. A diferença são os períodos de puras integrais e derivadas e DELIRADAS a que um engenheiro se submete. Além de ter de passar 5 anos de sua existência ( no mínimo) estudando feito burro de carga. O engenheiro projeta e assina e calcula, o técnico coloca a obra pra andar de acordo com as especificaçoes do engenheiro.

O técnico, faz o projeto, corrige os erros, verifica o andamento das obras , faz as modificações necessárias, monta o memorial de cálculos, coloca tudo na planta e entrega para o engenheiro. O engenheiro assina. Falando serio, os conhecimentos de engenharias tem ferramentas matemáticas que vão além do nível técnico. mas nada que não se possa aprender sozinho quando se tem uma visão pratica dos efeitos em conjunto com uma facilidade de entender os cálculos.

O Técnico em Edificações é o profissional que acompanha o engenheiro civil em todas as fases da construção. Cabe a ele a preparação para a execução dos serviços relacionados à edificação de novas obras. Realiza funções de apoio às áreas de urbanismo e arquitetura, atuando como assistente nas atividades de demarcação e mapeamento de terras, instalações elétricas e hidráulicas.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Grandes possibilidades de crescimento da Construção Civil no Brasil

Setor da construção civil no Brasil já passou por várias e distintas fases, desde o atrelamento à obras públicas, passando pela abertura ao mercado internacional e chegando hoje onde, penso, é o lugar do setor: Desenvolvimento de projetos de moradia em parceria com entidades finaciadoras e com o apoio de governos. Ainda é tímida a iniciativa realmente popular e o empreendedor que conseguir desenvolver com inteligência e criatividade neste setor, literalmente vai arrebentar.As projeções para a Construção civil são as melhores possíveis, possibilidades estas reconhecidas até mesmo pela Moody´s Investors services, uma das mais importantes agências de análise econômica do mundo, veja o que eles prevêm para o setor à partir de 2008.O setor de construção civil no Brasil terá um sólido crescimento no próximos anos, com o ambiente favorecendo chances de realização de fusões e aquisições na indústria, afirma um relatório da Moody's Investors Service, divulgado nesta quarta-feira.Esse crescimento depende, contudo, de uma expansão econômica contínua, taxas de juros estáveis e oferecimento de financiamento imobiliário cada vez mais amplo aos interessados em adquirir um imóvel, informou a agência de classificação de risco."O governo trabalha para tornar as leis do setor menos rígidas em várias frentes e melhorar o ambiente macroeconômico. Um grande déficit de moradias levou a uma grande disponibilidade de financiamento imobiliário para os compradores de imóveis", afirmou o analista do setor de construção civil da Moody's, Soummo Mukherjee."Estamos também vendo cada vez mais bancos e construtoras trabalhando juntos para melhorar o leque de financiamentos imobiliários", acrescentou o analista.A Moody's observa que este setor no Brasil ainda é muito fragmentado, sem nenhuma empresa detendo mais de 8% do mercado, e que isso abre possibilidades para movimentações no segmento."Dado o alto grau de financiamento necessário às construtoras, a dificuldade de se levantar capital e as vantagens de se ter um negócio de larga escala, esperamos ver uma série de fusões e aquisições no setor nos próximos anos", afirma o analista no relatório.

Fonte: Reuters / 05/03/2008.

Estão aí os desafios para o setor, criatividade para desenvolver projetos de moradia para as classes B e C, parcerias e desenvolvimento de novas modalidades de investimento consorciado para viabilização destes projetos, estruturação e certificação no sentido da qualidade e eficiência. Estes são, a meu ver, os maiores desafios para os empresários do setor à partir de já.

Por Múcio Morais - Consultor e Conferencista

domingo, 9 de maio de 2010

O Subsetor de Edificações do ramo da Construção Civil no Brasil

Estudo apresenta principais problemas enfrentados na construção e possíveis soluções

Na última década, o setor da Construção Civil vem passando por uma grande transformação, saindo de um longo marasmo, com poucos investimentos, para um período com grandes obras em andamento e fortes investimentos imobiliários.

Nos últimos anos, esta mudança foi intensificada, graças à retomada de investimentos públicos, criação de diversas leis que facilitam a retomada de imóveis em caso de inadimplência, captação de recursos em bolsas e esforços do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade - PBQP H, que disseminou os conceitos de gestão de qualidade.

Isto se refletiu na adoção de novos modelos de organização e inovações tecnológicas em diversas empresas, criando um núcleo de empresas dinâmico e moderno dentro do setor, comparável a empresas europeias e norte-americanas do mesmo segmento. A presença de algumas empresas brasileiras no exterior é a prova mais evidente da capacidade técnica e financeira destes grupos empresariais modernos.

Entretanto, a maioria das empresas enfrenta dificuldades para atender a estas novas demandas e o quadro geral de desempenho, expresso pelas médias estatísticas é bastante aquém do desejável para responder adequadamente aos anseios da sociedade brasileira.

O artigo “O subsetor de edificações da construção civil no Brasil: uma análise comparativa em relação à União Europeia e aos Estados Unidos” tem como objetivo principal comparar o desempenho da construção europeia e da norte-americana, em relação à situação brasileira, de modo a identificar possíveis ações que contribuam para diminuir as diferenças de desempenho.

Descreve-se, de modo resumido, como a Construção Civil brasileira se insere no contexto econômico do país e são discutidos quais os principais problemas enfrentados e os desafios futuros. Ao mesmo tempo, pretende iniciar a discussão acerca das possíveis soluções para estes problemas.

-> O subsetor de edificações da construção civil no Brasil: uma análise comparativa em relação à União Europeia e aos Estados Unidos (arquivo PDF)

Fonte: Universidade Federal Fluminense